Como transferir estes conceitos, em tese lúcidos, para um mundo competitivo e dinâmico que, normalmente, atropela a harmonia em função de uma visão unilateral, imediatista e utilitarista.
A resposta está nos processos de educação e inovação. As inovações sociais articuladas aos processos educacionais permitem paulatinamente uma absorção dos conceitos de forma consistente na base da estrutura, permitindo em médio prazo uma releitura mais realista das necessidades e anseios da nossa sociedade.
Na experiência que construi em educação profissional, percebi a fundamental necessidade da transferência dos conceitos simbólicos e mentais à efetividade de uma ação, traduzida com a realização de uma atividade. Sair do pensamento à ação, o que qualificamos como o saber pensar para bem fazer. É o pensar global e agir localmente.
Nas Universidades e Escolas podemos interagir atuando no seu currículo, este é o principal objetivo deste evento. Da nossa parte construimos programas como o SESI/SENAI Indústria Itinerante e O Caminho da Profissão que centram a sua mensagem na formação cidadã, resgatando valores e bem-estar e estimulando o empreendedorismo, a inovação e a tecnologia, desta forma atingimos um universo de mais de 40.000 jovens estudantes e trabalhadores, que estão sensibilizados para o tema da sustentabilidade.
Associando esta ação às demandas claras de mercado percebe-se que é um processo que exige um assumir, um posicionar de ações. Se as palavras convencem e o exemplo arrasta, tenho como sugestão para materializar o nosso interesse em um mundo mais sustentável, que seja feita a neutralização de carbono do GFAL e que durante as atividades do Fórum seja feito um registro junto às comunidades que estarão compartilhando deste momento.
A nossa equipe do SENAI está à disposição para transformar este discurso em ação. Aguardo seus comentários.